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Projetos

>> Em desenvolvimento:

Avaliação do Impacto de Políticas Industriais sobre o Crescimento Econômico

Descrição: Os efeitos de longo prazo das políticas industriais sobre a economia são muitas vezes negligenciados no seu processo de avaliação e no âmbito do crescimento e desenvolvimento econômico. Não obstante, tais efeitos podem ser muito importantes em termos de bem-estar da sociedade e da própria distribuição e transmissão setorial dos efeitos dentro de um sistema de mercados interdependentes, o qual relevam composições assimétricas de custos e demanda entre as atividades setoriais. Este projeto busca realizar estudos com modelos de equilíbrio geral computável (EGC) para avaliar o impacto de políticas industriais recentes na economia brasileira. O projeto é desenvolvido em parceria com pesquisadores da UFMG e da UFJF.
Coordenador: Alexandre Alves Porsse
Financiador(es): CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

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Modernização da Economia e Ampliação Qualificada da Inserção Comercial Brasileira

Descrição: O projeto tem por objetivo o desenvolvimento de um modelo de equilíbrio geral computável (EGC) dinâmico para a economia brasileira com a finalidade de subsidiar a avaliação sobre os efeitos de políticas estratégicas de investimento em infraestrutura. O modelo possui estrutura multisetorial e inter-regional que contempla uma desagregação bottom-up das 27 Unidades da Federação.
Coordenador: Alexandre Alves Porsse
Financiador(es): O estudo é financio por meio de uma cooperação técnica internacional do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) com o Governo Federal/Ministério da Economia

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Modelagem de Equilíbrio Geral Computável Aplicada à Análise de Políticas Tribuárias

Descrição: O sistema tributário brasileiro é complexo e contém distorções que afetam a eficiência econômica e a equidade regional e individual. O objetivo desta pesquisa é desenvolver um modelo de equilíbrio geral computável com especificação aperfeiçoada para lidar com a avaliação de custos e benefícios de reformas tributárias sobre os diferentes agentes econômicos, principalmente sobre os diferente agentes governamentais (federal, estadual e municipal). O modelo será utilizado para a realização de exercícios de simulação sobre políticas tributárias e espera-se que os resultados da pesquisa contribuam para identificar os efeitos de eficiência econômica e bem-estar das políticas tributárias, contribuindo para avanços na agenda de reforma tributária.
Coordenador: Alexandre Alves Porsse
Financiador(es): CNPq –  Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

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Efeitos da Informalidade sobre a Economia Brasileira: uma Abordagem de Equilíbrio Geral Computável

Descrição: A informalidade é uma característica marcante do mercado de trabalho no Brasil e provoca efeitos adversos sobre as escolhas individuais relativas a formação de capital humano, além de acentuar a vulnerabilidade das condições de trabalho da população. Por outro lado, a flexibilidade do trabalho informal e sua abrangência em todo o território brasileiro, fazem com que a renda desse mercado seja uma das principais fontes de sobrevivência de muitos brasileiros. A crise econômica que se instaurou a partir de 2014 reverteu a tendência de aumento da formalização, ao mesmo tempo em que a informalidade mostrou sua vulnerabilidade ao ciclo econômico: muitos postos informais de trabalho foram rapidamente perdidos no início da crise, e a recuperação do emprego a partir 2017 em diante pode ser explicada em grande parte pela informalidade. Dada a relevância do mercado informal na realidade brasileira, o objetivo da presente proposta é a análise da questão da informalidade no Brasil e seus efeitos do ponto de vista de seus efeitos sobre a atividade econômica (em termos de produção, renda e emprego) e sobre o bem-estar das famílias. Essa análise será possível por meio da integração de microdados da PNAD com um modelo regional de Equilíbrio Geral Computável dinâmico, a partir do qual serão realizadas simulações que permitem identificar os efeitos regional e cíclicos da informalidade ao longo dos anos. Os resultados a serem obtidos permitirão averiguar setores e regiões economicamente dependentes da informalidade, assim como famílias localmente vulneráveis a essas condições de trabalho.
Coordenadora: Kênia Barreiro de Souza
Financiador(es): CNPq –  Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

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Participação da Mulher no Mercado de Trabalho, Consumo das Famílias e Estrutura Produtiva

Descrição: As diferenças de gênero no mercado de trabalho revelam a vulnerabilidade do trabalho da mulher. Com maiores taxas de desemprego, maior concentração em empregos informais e menores remunerações, as mulheres enfrentam fortes barreiras tanto relacionadas à entrada quanto à permanência no mercado de trabalho. Simultaneamente, as alterações nos comportamentos da mulher e da família, modificam tanto a decisão de entrada no mercado de trabalho, quanto a alocação de recursos na produção doméstica, e demanda de mercado, gerando impactos diretos sobre a demanda agregada e a estrutura produtiva. Nesse contexto, o objetivo da pesquisa é compreender e analisar os fatores que influenciam a decisão de oferta de trabalho da mulher, a influência desses fatores sobre o consumo intrafamiliar, e por fim, os efeitos dessas alterações sobre a estrutura produtiva. Para tanto, a metodologia inclui três etapas. Na primeira etapa serão analisados os determinantes da oferta de trabalho da mulher no Brasil, e como esses determinantes podem explicar as alterações recentes na decisão de participação no mercado de trabalho. Na segunda etapa será analisada a relação entre a participação da mulher no mercado de trabalho e o consumo das famílias. Por fim, na terceira etapa, será analisado como as alterações na participação da mulher no mercado de trabalho e consequentemente na composição da renda intra-domiciliar podem afetar a estrutura produtiva. Além de uma análise minuciosa das condições de trabalho da mulher no Brasil e seus efeitos sobre a economia, a integração entre os modelos permitirá uma análise ampla e detalhada das inter-relações entre consumo das famílias e estrutura produtiva.
Coordenadora: Kênia Barreiro de Souza
Financiador(es): CNPq –  Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

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Expansão Agrícola, Mudanças no Uso da Terra e Emissões: Simulações e Projeções para a Amazônia Legal Brasileira

Descrição: Esta pesquisa pretende utilizar um modelo de equilíbrio geral computável inter-regional dinâmico, chamado REGIA, para realizar diferentes simulações e projeções para a Amazônia Legal Brasileira. Pretende-se atualizar a base de dados do modelo, assim como incorporar uma base de emissões por mudanças no uso da terra. Os principais objetivos são: i) estudar os impactos econômicos e de uso da terra decorrentes de uma política de desmatamento zero na região; e ii) inserir um módulo de emissões por mudanças no uso da terra no modelo para verificar o potencial de redução de emissões e geração de REDDs nas diversas mesorregiões da Amazônia.
Coordenadora: Terciane Sabadini Carvalho
Financiador(es): CNPq –  Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

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Impactos Socioeconômicos de Políticas de Precificação do Consumo de Água: Modelagem de Equilíbrio Geral Computável para a Economia Paranaense

Descrição: Investigar a importância dos recursos hídricos e suas implicações socioeconômicas sob a ótica da demanda, particularmente no que se refere aos mecanismos de precificação vigentes e as possibilidades de mudanças nesses mecanismos voltados ao consumo mais eficiente dos recursos hídricos. A pesquisa destina-se a desenvolver e aplicar um arcabouço metodológico que permita lidar com os efeitos de políticas de precificação da água sobre o nível de consumo desse recurso no contexto de uma modelagem socioeconômica ampla e completa, na qual o recurso água integra-se com o sistema econômico. A solução metodológica proposta baseia-se nos chamados modelos de equilíbrio geral computável (EGC), que são flexíveis para acomodar módulos físicos de demanda e mesmo oferta de recursos hídricos..
Financiador(es): CNPq –  Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

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